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Estrabismo: entenda como o HRO em São Luís cuida dessa condição ocular

Estrabismo é o nome dado à condição em que os olhos não permanecem alinhados na mesma direção. No Hospital de Referência Oftalmológica (HRO), em São Luís, no Maranhão, esse distúrbio é tratado por profissionais com expertise em diagnóstico preciso e abordagens terapêuticas atualizadas. 

Este conteúdo aborda desde os impactos do desalinhamento ocular na vida do paciente até os principais tratamentos disponíveis, explicando por que a atenção precoce ao estrabismo pode fazer toda a diferença para a visão e para a autoestima.

Imagem ilustrativa

Sobre o estrabismo

O estrabismo pode se manifestar de diferentes formas. Em alguns casos, um dos olhos se volta para dentro (estrabismo convergente); em outros, para fora (estrabismo divergente), para cima ou para baixo. 

Essa condição resulta de um desequilíbrio nos músculos responsáveis pelos movimentos oculares, dificultando que os dois olhos foquem no mesmo ponto ao mesmo tempo.

Embora seja mais comum na infância, o estrabismo também pode surgir na fase adulta. Quando não tratado, pode prejudicar o desenvolvimento da visão binocular, que é essencial para a percepção de profundidade. 

Crianças com estrabismo não corrigido podem desenvolver ambliopia, conhecida como “olho preguiçoso”, situação em que o cérebro passa a ignorar a imagem de um dos olhos, comprometendo a acuidade visual.

Além da questão funcional, o desalinhamento ocular costuma gerar insegurança e constrangimento em interações sociais, afetando a autoconfiança. A correção do estrabismo, portanto, tem impacto positivo tanto na saúde visual quanto na qualidade de vida e bem-estar emocional.

O diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce do estrabismo pode evitar consequências como a ambliopia e a dificuldade de coordenação visual motora. 

Quando identificado nos primeiros anos de vida, há mais possibilidades terapêuticas que visam não apenas o alinhamento ocular, mas também o desenvolvimento pleno da visão.

Em adultos, o diagnóstico também deve ser criterioso. Em algumas situações, o estrabismo pode estar associado a distúrbios neurológicos ou doenças sistêmicas, o que exige uma investigação ampla. A busca por avaliação médica não deve ser adiada, sobretudo quando o desvio surge de forma repentina.

No HRO, o atendimento é estruturado para oferecer uma análise detalhada, com recursos que facilitam a identificação do tipo de estrabismo, sua causa e o plano de tratamento mais indicado.

Principais sintomas

O estrabismo nem sempre é evidente. Em alguns casos, os olhos parecem alinhados na maior parte do tempo, mas apresentam desvios intermitentes. Entre os sinais que merecem atenção, destacam-se:

  • Desalinhamento ocular perceptível em momentos de distração ou cansaço.
  • Fechamento de um dos olhos sob luz intensa.
  • Dificuldade para manter o foco em objetos próximos ou distantes.
  • Queixa frequente de visão dupla.
  • Dor de cabeça e sensação de cansaço visual após leituras ou uso de telas.
  • Tropeços ou desorientação, principalmente em ambientes movimentados.

Em crianças pequenas, os sinais podem ser mais sutis, como a inclinação da cabeça para compensar o desalinhamento ou o desinteresse por atividades que exigem fixação visual. Qualquer sinal atípico deve ser avaliado por um oftalmologista.

Prevenção do quadro

A maioria dos casos de estrabismo tem origem congênita ou está relacionada a fatores genéticos, o que impede a adoção de medidas para evitar seu surgimento. No entanto, há formas de minimizar os efeitos da condição e reduzir os riscos de agravamento.

  • O acompanhamento oftalmológico desde os primeiros meses de vida é recomendado para detectar alterações precoces.
  • Crianças prematuras ou com histórico familiar de estrabismo devem ser avaliadas com maior frequência.
  • Em casos de hipermetropia significativa, o uso correto de óculos desde a infância pode impedir o desenvolvimento do estrabismo acomodativo.
  • Manter hábitos saudáveis e controlar doenças que afetam o sistema neurológico também pode reduzir riscos em casos de estrabismo adquirido.

Portanto, embora a prevenção total nem sempre seja possível, o acompanhamento contínuo favorece intervenções oportunas e mais eficazes.

Doenças oculares relacionadas

O estrabismo pode estar associado a outras condições visuais, especialmente quando não tratado. Algumas delas incluem:

  • Ambliopia: ocorre quando o cérebro passa a ignorar a imagem de um dos olhos, levando à perda de visão funcional.
  • Diplopia (visão dupla): comum em casos de estrabismo de início súbito, especialmente em adultos.
  • Dificuldades de acomodação ocular: principalmente em crianças, dificultando o aprendizado e a leitura.
  • Problemas de visão binocular: comprometem a percepção de profundidade e dificultam tarefas como subir escadas ou praticar esportes.

Importante destacar: o estrabismo em si não causa doenças adicionais, mas pode ser consequência ou agravante de outras condições. O olhar técnico do oftalmologista é indispensável para uma avaliação completa.

Principais tratamentos

A abordagem terapêutica do estrabismo varia conforme a causa, a idade do paciente e o tipo de desvio ocular. Em muitos casos, o tratamento é combinado, associando medidas clínicas e cirúrgicas.

Correção óptica

Uso de óculos para corrigir erros refrativos, como a hipermetropia, que podem estar associados ao estrabismo, especialmente em crianças.

Terapia visual

Série de exercícios personalizados que visam melhorar a coordenação entre os olhos e treinar a visão binocular. Pode ser indicada como tratamento principal ou complementar.

Oclusão ocular

Utilização de tampão sobre o olho dominante, com o objetivo de estimular o desenvolvimento visual do olho com menor acuidade. É mais comum na infância.

Cirurgia de estrabismo

Indicada para reposicionar os músculos oculares e corrigir o desalinhamento. A cirurgia é realizada sob anestesia e, na maioria das vezes, permite retorno rápido às atividades.

Uso de toxina botulínica

Em casos específicos, a toxina pode ser aplicada em músculos oculares para promover o realinhamento, especialmente em pacientes adultos com estrabismo de pequeno grau.

A definição da conduta ideal só pode ser feita após avaliação clínica completa e exames complementares.

HRO é referência no tratamento do estrabismo no Maranhão

O Hospital de Referência Oftalmológica (HRO), localizado em São Luís, possui equipe especializada no cuidado de crianças e adultos com estrabismo. 

A estrutura do hospital inclui consultórios equipados para exames clínicos e complementares, além de centro cirúrgico apto para procedimentos corretivos.

Com profissionais que atuam exclusivamente na oftalmologia, o HRO combina acolhimento, conhecimento técnico e tecnologia para proporcionar aos pacientes um atendimento seguro e direcionado. 

A experiência no diagnóstico e no tratamento do estrabismo torna o hospital um dos principais centros oftalmológicos da região.

Para quem observa qualquer sinal de desalinhamento ocular, seja em si ou em alguém da família, a recomendação é buscar avaliação oftalmológica. Faça um agendamento.